primeira página 
institucional 
nossa escola / Nepso 
alfabetismo funcional 
PerguntAção 
balcão de informações 
 
Al. Santos 2101, 9º andar - 01419-002 - São Paulo SP
fone (11) 3066 1601 - ipm@ibope.com.br
institucional

 

apresentação | estatuto | publicações | midiateca | estação IBOPE | imprensa | parcerias | dúvidas | pesquisas IBOPE | programa de voluntariado | nossa são paulo | linha do tempo |


Sábado, 12 / 09 / 2026
 
  parcerias 

Universidade Federal de Minas Gerais

A Universidade é uma instituição cuja origem data do século XIX. No Brasil, a Universidade surgiu na República como continuação de um processo iniciado no Império, com a abertura das primeiras escolas de nível superior no país. Em Minas Gerais, a primeira instituição de nível superior - a Escola de Farmácia, de Ouro Preto - data de 1839. Em 1875 é criada a Escola de Minas e, em 1892, já no período republicano, a antiga capital do Estado ganha também a Faculdade de Direito. Em 1898, com a mudança da capital, a Faculdade de Direito é transferida para Belo Horizonte. Depois, em 1907, criou-se a Escola Livre de Odontologia e, quatro anos mais tarde, a Faculdade de Medicina e a Escola de Engenharia. E em 1911, surge o curso de Farmácia, anexo à Escola Livre de Odontologia. A criação de uma universidade no Estado já fazia parte do projeto político dos Inconfidentes. A idéia, porém, só veio a concretizar-se em 1927, com a fundação da Universidade de Minas Gerais (UMG), instituição privada, subsidiada pelo Estado, surgida a partir da união das quatro escolas de nível superior então existentes em Belo Horizonte. A UMG permaneceu na esfera estadual até 1949, quando foi federalizada. Ainda na década de 40, foi incorporada ao patrimônio territorial da Universidade uma extensa área, na região da Pampulha, para a construção da Cidade Universitária. Os primeiros prédios erguidos onde é hoje o campus Pampulha foram o do Instituto de Mecânica (atual Colégio Técnico) e o da Reitoria. O campus só começou a ser efetivamente ocupado pela comunidade universitária nos anos 60, com o início da construção dos prédios que hoje abrigam a maioria das unidades acadêmicas. O nome atual - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - só foi adotado em 1965. À época da federalização, já estavam integradas à UFMG a Escola de Arquitetura e as faculdades de Filosofia e de Ciências Econômicas. Depois, como parte de sua expansão e diversificação, a Universidade incorporou e criou novas unidades e cursos. Surgiram então, sucessivamente, a Escola de Enfermagem (1950), a Escola de Veterinária (1961), o Conservatório Mineiro de Música (1962) e as escolas de Biblioteconomia (1962), Belas-Artes (1963) e Educação Física (1969). Em 1968, a Reforma Universitária impôs profunda alteração à estrutura orgânica da UFMG. Desta reforma resultou o desdobramento da antiga Faculdade de Filosofia em várias faculdades e institutos. Surgiram, assim, a atual Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, o Instituto de Ciências Biológicas, o Instituto de Ciências Exatas e seus respectivos ciclos básicos, o Instituto de Geociências e as faculdades de Letras e de Educação. Hoje, firmemente estabelecida como instituição de referência para o resto do país, a UFMG continua em franca expansão. Cinco cursos foram criados nos últimos quatro anos: Agronomia (em Montes Claros), Artes Cênicas, Engenharia de Controle e Automação, Matemática Computacional, Fonoaudiologia e, mais recentemente, Nutrição. As oportunidades de ingresso crescem continuamemente. Além de Belo Horizonte, o exame vestibular é agora realizado em doze cidades no interior do Estado - Conselheiro Lafaiete, Contagem, Coronel Fabriciano, Divinópolis, Governador Valadares, Juiz de Fora, Lavras, Montes Claros, Pouso Alegre, Sete Lagoas, Uberlândia e Viçosa.
 
 


 
 
Participe

Sua empresa também pode ser parceira e contribuir para a melhoria da educação em nosso país.

Existem várias formas de participar. Veja algumas sugestões:

o Participando da realização do próximo Congresso IBOPE UNESCO.

o Viabilizando novos seminários regionais.

o Patrocinando edições do Manual do Professor do programa Nossa Escola Pesquisa sua Opinião.

o Contribuindo para consolidar o INAF (Indicador de Alfabetismo Funcional).

o Participando de projetos decorrentes ou relacionados ao Indicador de Alfabetismo Funcional.

A participação pode ser financeira ou através de recursos técnicos, materiais e humanos.

Para conversar sobre a melhor maneira de sua empresa participar, entre em contato com o Instituto Paulo Montenegro.
 
primeira página • institucional • nossa escola / Nepso • alfabetismo funcional • PerguntAção • balcão de informações • Instituto Paulo Montenegro®